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Os mapas do risco

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A erupção do vírus H1N1 no México e a sua propagação rápida por grande parte do globo terrestre fez soar o alarme: para onde é seguro viajar?Conheça os mapas das principais doenças mundiais

Dados da Organização Mundial de Saúde

Algumas das doenças a que precisa de prestar atenção:

Encefalite japonesa é uma doença provocada por um vírus, transmitida por vários mosquitos, que costuma ocorrer em alguns países asiáticos e na zona de Queensland, na Austrália.



O seu risco é baixo para os viajantes, que, apesar de tudo, devem proteger-se das picadas de mosquito.

 

 

Chikungunya, palavra tanzaniana que significa "doença que torce as articulações", é uma doença que ocorre na África subsariana, no sudeste asiático e nas áreas tropicais do subcontinente indiano.



Os viajantes devem ter cuidado nas áreas onde a doença é endémica e quando ocorrem epidemias. Deve-se proteger dos mosquitos.

 

 

A malária ou paludismo é uma das doenças mais temidas pelos viajantes, sendo responsável, nas zonas onde é endémica, por cerca de 3 milhões de mortes por ano, além de afectar mais de 500 milhões de pessoas. Transmitida pela picada do mosquito Anopheles, ainda não tem vacina.



Pode-se, no entanto, fazer um tratamento profiláctico, que tem de ser iniciado antes de se partir em viagem.

 

A hepatite B é uma doença infecciosa, causada por um vírus, e transmitida de pessoa para pessoa. As relações sexuais são um importante modo de transmissão, mas a infecção também ocorre, muitas vezes, através de agulhas com sangue infectado.



O risco para os viajantes é nulo se se for vacinado. Caso contrário, é preciso ter cuidado, nomeadamente em tatuagens, acidentes e... encontros sexuais.

 

 

A cólera é provocada por uma bactéria e apenas afecta os humanos. A transmissão é feita através da ingestão de água ou comida contaminada. O risco é baixo para a generalidade dos viajantes, mas aumenta nas regiões e países onde possam surgir epidemias. Existe vacina disponível. Como medida de precaução básica, recomenda-se a ingestão de apenas água engarrafada.

 

 

Cólera

A febre amarela é transmitida através da picada de mosquitos durante o dia e até altitudes de 2 230 metros. O vírus infecta humanos e macacos. A doença é endémica em certas regiões tropicais da América do Sul e Central e de África, onde muitos países exigem a vacina para permitir a entrada aos viajantes, nomeadamente em Angola, Benim, Burkina Faso, Camarões, Congo, Costa do Marfim, Gabão, Gana, Guiana Francesa, Libéria, Mali, Mauritânia, Níger, Ruanda, República Centro Africana, República Democrática do Congo, São Tomé e Príncipe e Togo.



No Brasil, a febre amarela pode ser adquirida em áreas florestais e rurais de regiões como Norte e Centro-Oeste, além de parte do Sudeste, Nordeste e Sul. A vacina, com validade de 10 anos, não é recomendada para crianças com idade inferior a 9 meses. Pode provocar efeitos secundários, como dor no local da injecção, febre, dores musculares e dores de cabeça, durante 2 ou 3 dias após a sua administração. O risco é alto para os viajantes, em todas as zonas onde a febre amarela é endémica.

 

 

Febre Amarela

O dengue, para o qual não existe vacina nem medicamentos antivirais específicos, constitui um dos maiores riscos para os viajantes, nas áreas onde é endémico, nas regiões tropicais e subtropicais do continente americano, África, Sudeste asiático e Oceânia. O risco é menor nas altitudes superiores a mil metros.



Como medida de precaução, os visitantes devem tomar medidas para evitar a picada de mosquitos, principal fonte de transmissão do flavivírus. A doença tem um período de incubação de 3 a 7 dias, podendo prolongar-se até 14 dias. Os sintomas surgem entre 3 a 14 dias após a picada do mosquito infectado e traduzem-se em febre, dores de cabeça, dores nos músculos e nas articulações, vómitos e manchas vermelhas na pele.

 

Mapas de outras doenças:

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ANTES DE INICIAR A VIAGEM:

Os serviços sanitários aconselham que se vá a uma das consultas de saúde do viajante, onde é fornecida informação sobre vacinação, medicação preventiva da malária, higiene individual, cuidados a ter com a água e os alimentos que se ingerem, além de aconselhamento sobre a farmácia que o viajante deve levar consigo.



É também nestas consultas, que o viajante pode ser vacinado contra a febre amarela e obter, dessa forma, o respectivo certificado internacional.

 





SAIBA MAIS EM:

www.who.int/ith/en/ - O site da Organização Mundial de Saúde (OMS) está sempre actualizado sobre a situação em cada país.

http://healthmap.org/pt - O Mapa Global de Alerta de Doenças,é uma parceria de váriso organismos internacionais com a Google Maps. Actualização constante da evolução dos diferentes vírus feita pela OMS.