Visão

Siga-nos nas redes

Perfil

O Hotel da Música nasceu dentro do Mercado

Dormir

  • 333

O renovado Mercado do Bom Sucesso alberga o Hotel da Música, um conceito de hotelaria único no país

Decidimos partir do lado do Monsanto. O carro ficou estacionado no parque perto do Bairro da Serafina. Este é uma das portas de entrada do Parque Florestal do Monsanto, onde se iniciam diversos caminhos pedonais e cicláveis em direção à mata. Um, dois, três, aqui vamos nós!
1 / 10

Decidimos partir do lado do Monsanto. O carro ficou estacionado no parque perto do Bairro da Serafina. Este é uma das portas de entrada do Parque Florestal do Monsanto, onde se iniciam diversos caminhos pedonais e cicláveis em direção à mata. Um, dois, três, aqui vamos nós!

Passamos o viaduto sobre as linhas de comboio que fazem a ligação entre Lisboa e Sintra, e a outra margem, através da ponte sobre o Tejo. Ao fundo, as torres das Amoreiras espreitam na linha do horizonte.
2 / 10

Passamos o viaduto sobre as linhas de comboio que fazem a ligação entre Lisboa e Sintra, e a outra margem, através da ponte sobre o Tejo. Ao fundo, as torres das Amoreiras espreitam na linha do horizonte.

Máquinas e homens a trabalhar. A reconversão da Quinta do Zé Pinto num parque urbano está em marcha: construção de um parque infantil, um circuito pedonal, uma zona de produção agrícola e um núcleo pedagógico. E ainda a criação de bacias de infiltração e retenção de água, que têm como objetivo ajudar a salvaguardar Alcântara das cheias.
3 / 10

Máquinas e homens a trabalhar. A reconversão da Quinta do Zé Pinto num parque urbano está em marcha: construção de um parque infantil, um circuito pedonal, uma zona de produção agrícola e um núcleo pedagógico. E ainda a criação de bacias de infiltração e retenção de água, que têm como objetivo ajudar a salvaguardar Alcântara das cheias.

A ciclovia segue junto às obras, sendo depois interrompida pela Rua de Campolide. Por isso o caminho faz-se pela passadeira.
4 / 10

A ciclovia segue junto às obras, sendo depois interrompida pela Rua de Campolide. Por isso o caminho faz-se pela passadeira.

Uma pequena subida leva-nos até aos Jardins de Campolide. Em março passado, por ocasião dos 50 anos da Amnistia Internacional e dos 30 anos da Amnistia Internacional Portugal, a Câmara de Lisboa deu-lhe novo nome. Na horta urbana, constituída por 11 talhões, crescem, à primeira vista, couves, alfaces, hortelã, cebola de inverno e malaguetas.
5 / 10

Uma pequena subida leva-nos até aos Jardins de Campolide. Em março passado, por ocasião dos 50 anos da Amnistia Internacional e dos 30 anos da Amnistia Internacional Portugal, a Câmara de Lisboa deu-lhe novo nome. Na horta urbana, constituída por 11 talhões, crescem, à primeira vista, couves, alfaces, hortelã, cebola de inverno e malaguetas.

Uma pequena subida leva-nos até aos Jardins de Campolide. Em março passado, por ocasião dos 50 anos da Amnistia Internacional e dos 30 anos da Amnistia Internacional Portugal, a Câmara de Lisboa deu-lhe novo nome. Na horta urbana, constituída por 11 talhões, crescem, à primeira vista, couves, alfaces, hortelã, cebola de inverno e malaguetas.
6 / 10

Uma pequena subida leva-nos até aos Jardins de Campolide. Em março passado, por ocasião dos 50 anos da Amnistia Internacional e dos 30 anos da Amnistia Internacional Portugal, a Câmara de Lisboa deu-lhe novo nome. Na horta urbana, constituída por 11 talhões, crescem, à primeira vista, couves, alfaces, hortelã, cebola de inverno e malaguetas.

Uma pequena subida leva-nos até aos Jardins de Campolide. Em março passado, por ocasião dos 50 anos da Amnistia Internacional e dos 30 anos da Amnistia Internacional Portugal, a Câmara de Lisboa deu-lhe novo nome. Na horta urbana, constituída por 11 talhões, crescem, à primeira vista, couves, alfaces, hortelã, cebola de inverno e malaguetas.
7 / 10

Uma pequena subida leva-nos até aos Jardins de Campolide. Em março passado, por ocasião dos 50 anos da Amnistia Internacional e dos 30 anos da Amnistia Internacional Portugal, a Câmara de Lisboa deu-lhe novo nome. Na horta urbana, constituída por 11 talhões, crescem, à primeira vista, couves, alfaces, hortelã, cebola de inverno e malaguetas.

Uma pequena subida leva-nos até aos Jardins de Campolide. Em março passado, por ocasião dos 50 anos da Amnistia Internacional e dos 30 anos da Amnistia Internacional Portugal, a Câmara de Lisboa deu-lhe novo nome. Na horta urbana, constituída por 11 talhões, crescem, à primeira vista, couves, alfaces, hortelã, cebola de inverno e malaguetas.
8 / 10

Uma pequena subida leva-nos até aos Jardins de Campolide. Em março passado, por ocasião dos 50 anos da Amnistia Internacional e dos 30 anos da Amnistia Internacional Portugal, a Câmara de Lisboa deu-lhe novo nome. Na horta urbana, constituída por 11 talhões, crescem, à primeira vista, couves, alfaces, hortelã, cebola de inverno e malaguetas.

Uma pequena subida leva-nos até aos Jardins de Campolide. Em março passado, por ocasião dos 50 anos da Amnistia Internacional e dos 30 anos da Amnistia Internacional Portugal, a Câmara de Lisboa deu-lhe novo nome. Na horta urbana, constituída por 11 talhões, crescem, à primeira vista, couves, alfaces, hortelã, cebola de inverno e malaguetas.
9 / 10

Uma pequena subida leva-nos até aos Jardins de Campolide. Em março passado, por ocasião dos 50 anos da Amnistia Internacional e dos 30 anos da Amnistia Internacional Portugal, a Câmara de Lisboa deu-lhe novo nome. Na horta urbana, constituída por 11 talhões, crescem, à primeira vista, couves, alfaces, hortelã, cebola de inverno e malaguetas.

Uma pequena subida leva-nos até aos Jardins de Campolide. Em março passado, por ocasião dos 50 anos da Amnistia Internacional e dos 30 anos da Amnistia Internacional Portugal, a Câmara de Lisboa deu-lhe novo nome. Na horta urbana, constituída por 11 talhões, crescem, à primeira vista, couves, alfaces, hortelã, cebola de inverno e malaguetas.
10 / 10

Uma pequena subida leva-nos até aos Jardins de Campolide. Em março passado, por ocasião dos 50 anos da Amnistia Internacional e dos 30 anos da Amnistia Internacional Portugal, a Câmara de Lisboa deu-lhe novo nome. Na horta urbana, constituída por 11 talhões, crescem, à primeira vista, couves, alfaces, hortelã, cebola de inverno e malaguetas.

É pau, é pedra, é o fim do caminho / É um resto de toco, é um pouco sozinho / É um caco de vidro, é a vida, é o sol / É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol...

Parte da partitura do tema Águas de Março, de Tom Jobim, preenche uma das paredes do novo Hotel da Música, inaugurado na semana passada, no Porto.

Situado mesmo no interior do recuperado Mercado do Bom Sucesso o que o torna no único hotel com este conceito, em Portugal a nova unidade do grupo Hoti Hotéis, de quatro estrelas, pretende não só fazer parte da hotelaria da cidade como da própria agenda cultural.

Através de um protocolo com a plataforma Porto Digital, o cliente terá acesso aos acontecimentos culturais do Porto, podendo, mesmo, reservar uma dormida no hotel através do site, tendo em conta um determinado evento.

Os 85 quartos (71 duplos, 12 twins, 1 suite e 1 single) acompanham as mesmas linhas de arquitetura e de materiais adotadas na recuperação do mercado, e são também um projeto da arquiteta Rosário Rodrigues de Almeida (Atelier FA Arquitetos).

A madeira clara e os brancos sobressaem, contrastando apenas com as tais partituras e notas musicais que vão surgindo, aqui e acolá. Como o Requiem, de Mozart, no primeiro piso, a Sinfonia n.º 9 em Ré Menor, de Beethoven, no segundo, peças dos Prelúdios, de Chopin no terceiro e o Nem às paredes confesso, de Amália, no quarto e último andar. E no Bar Pavarotti, logo à entrada, não falta um piano.

Além disso, há "salas de aquecimento para músicos", com uma acústica própria para acolher ensaios, antes das atuações.

A proximidade com a Casa da Música, desenhada por Rem Koolhaas, deu o mote à temática do hotel que espera estabelecer protocolos com aquela instituição, no que respeita a descontos para espetáculos, tal como deverá acontecer com o Teatro Nacional de S. João, Sea Life e Fundação de Serralves.

"A pretensão é desenvolver parcerias com várias entidades culturais da cidade", revela Miguel Proença, administrador do grupo Hoti. Falta dizer que os quartos estão preparados para que se possa ouvir a música gravada no iPod ou no iPhone, sem incomodar o "vizinho" do lado.

"Queremos ser o soundtrack do Porto", não se cansa de afirmar Catarina Machado Vaz, a diretora do hotel.

Restaurante aberto a todos O Hotel da Música inclui o restaurante Bom Sucesso Gourmet, aberto diariamente (até às 23 horas) tanto a clientes como ao público em geral. Na carta, a cargo do chefe Filomeno Nogueira, sobressaem vários petiscos e pratos tradicionais portugueses, com um toque contemporâneo.

Se pretender, pode mesmo levar a carne ou o peixe, adquiridos no mercado de frescos, ali ao lado, e pedir para serem cozinhados no restaurante. É uma espécie de "cooking do mercado" disponível a preços acessíveis.

HOTEL DA MÚSICA Mercado do Bom Sucesso, Lgo. Ferreira da Lapa, 21 a 183, Porto T. 707 292 707 €75 a €85 (diária, campanha até agosto) www.hoteldamusica.pt