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Terra dos Deuses-Reis [4]

Terra dos Deuses-Reis

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Angkor Wat - A cidade que é um Templo

Antes de passar o fosso, a visão de Angkor Wat e as cinco Torres.
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Antes de passar o fosso, a visão de Angkor Wat e as cinco Torres.

A entrada para o Templo.
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A entrada para o Templo.

Angkor Wat ao pôr de sol.
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Angkor Wat ao pôr de sol.

Assim que se entra na primeira galeria deparamos com uma imensa estátua de pedra que com oito braços foi originalmente uma imagem de Vishnu. Mas mais recentemente substituíram-lhe a cabeça pela de Buda. É hoje um local Budista muito venerado.
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Assim que se entra na primeira galeria deparamos com uma imensa estátua de pedra que com oito braços foi originalmente uma imagem de Vishnu. Mas mais recentemente substituíram-lhe a cabeça pela de Buda. É hoje um local Budista muito venerado.

Ao longo das galerias que contornam o templo central.
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Ao longo das galerias que contornam o templo central.

Os pormenores dos baixos-relevos que relatam batalhas e cenas do paraíso e do inferno.
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Os pormenores dos baixos-relevos que relatam batalhas e cenas do paraíso e do inferno.

Os pormenores dos baixos-relevos que relatam batalhas e cenas do paraíso e do inferno.
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Os pormenores dos baixos-relevos que relatam batalhas e cenas do paraíso e do inferno.

Esplêndida imagem de um guerreiro vitorioso sobre um demónio.
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Esplêndida imagem de um guerreiro vitorioso sobre um demónio.

O enorme pátio onde se ergue a torre central e, claro, sempre as "apsaras".
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O enorme pátio onde se ergue a torre central e, claro, sempre as "apsaras".

Uma das quatro torres laterais.
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Uma das quatro torres laterais.

A torre central.
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A torre central.

O fim de tarde em Angkor Wat.
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O fim de tarde em Angkor Wat.

A casa de banho espectacular no nosso quarto do hotel "La Résidence d'Angkor".
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A casa de banho espectacular no nosso quarto do hotel "La Résidence d'Angkor".

O quarto no "La Résidence d'Angkor.
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O quarto no "La Résidence d'Angkor.

A piscina.
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A piscina.

A piscina.
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A piscina.

A piscina.
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A piscina.

O hotel rodeado de jardins.
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O hotel rodeado de jardins.

Aspecto do bar na varanda que deitava para o rio.
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Aspecto do bar na varanda que deitava para o rio.

A frequente passagem de monges recitando as suas orações matinais, ecoa de pedra em pedra, à medida que os primeiros raios de sol se espalham sobre as torres e transformam as águas plácidas do fosso numa faixa de prata líquida - uma espantosa cena que é tão assombrosa como humilde e que só poderia acontecer naquele momento! Contudo, este milagre vem-se repetindo todos os dias desde há um milhar de anos. Os antigos habitantes desta cidade celestial acreditavam que o caminho de Angkor Wat ligava o mundo dos homens ao mundo dos deuses. Esta é a mística intemporal que atrai os visitantes ao Camboja; este é o ritmo que pulsa em todos os que ouvem o bater etéreo do seu coração; isto é Angkor.

Guardámos para o pôr de sol do final da tarde a visita ao Templo de Angkor Wat. Considerado o hightlight da região de Angkor, este grande e maciço templo é uma obra de arte inultrapassável! Começado durante o reinado de Surayavarman II (1113-1150), levou cerca de 30 anos a construir e só foi completado depois da sua morte. Edificado como Templo Hindu e consagrado à divindade Vishnu, está virado para oeste, a direção associada com a morte na cosmologia Hindu. Mas também poderia ter tido como finalidade, segundo alguns historiadores, o Mausoléu de Surayavarman II. Com as suas cinco torres quincunx simbolizando os picos do Monte Meru, é o exemplo clássico das "Montanhas Templo" designadas para representar o universo Hindu. Estas torres erguem-se a uns espantosos 65 metros(!)e encontram-se no último de três níveis separados.

Mas o mais importante elemento deste imenso Templo, são os mais belos baixos-relevos que aqui vi e que cobrem as paredes das galerias que, formando um quadrado, cercam o Templo. A área do complexo tem cerca de 210 hectares e está rodeada por um enorme fosso cheio de água, com 200 metros de largura.

As gravuras e os baixos-relevos são os maiores do Mundo e contam-nos, entre outras, a batalha de Kuruksetra, do épico hindu Mahabharata, o Churning of the Sea of Milk, que é talvez o mais famoso painel que adorna a face da galeria oriental, uma batalha entre deuses e demónios e a galeria dos 1000 Budas (da qual restam apenas alguns fragmentos), cenas do paraíso e do inferno, a vitória de Krishna sobre Bana e a de Vishnu sobre os demónios. 

E foi com esta visita que me despedi do Camboja e dos seus preciosos legados à Humanidade! Mas não antes de descansar no nosso magnífico hotel "La Résidence d'Angkor", que pertence à famosa cadeia Pansea Orient-Express, construído em estilo "khmer, em bambus, madeira e pedra, um local de frescura e tranquilidade situado em frente ao rio, rodeado de frondosos jardins, no coração da cidade de Siem Reap e que não posso deixar de mencionar e deixar-vos algumas imagens.