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Pedalar por um sonho [2]

Pedalar por um Sonho

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Novidades da Islândia

Passagem pela primeira garganta - Xiling Gorge.
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Passagem pela primeira garganta - Xiling Gorge.

Por cima dos cumes das montanhas, por entre nuvens, a sugestão de um sol que espreita timidamente, de um dourado difuso, descorado.
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Por cima dos cumes das montanhas, por entre nuvens, a sugestão de um sol que espreita timidamente, de um dourado difuso, descorado.

O estaleiro da Barragem das Três Gargantas, em construção.
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O estaleiro da Barragem das Três Gargantas, em construção.

A Ribeira de Shennong, um afluente do Yangtzé, junto a Badong. Estas imagens estão perdidas para sempre com a entrada em funcionamento da Barragem das Três Gargantas.
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A Ribeira de Shennong, um afluente do Yangtzé, junto a Badong. Estas imagens estão perdidas para sempre com a entrada em funcionamento da Barragem das Três Gargantas.

A Ribeira de Shennong.
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A Ribeira de Shennong.

No país dos "Dongs" - Na província de Guangxi. Os arrozais. Paletas coloridas. Lugar de paz e silêncio.
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No país dos "Dongs" - Na província de Guangxi. Os arrozais. Paletas coloridas. Lugar de paz e silêncio.

Chegyang - Uma das oito aldeias da minoria étnica Dong. A Ponte do Vento e da Chuva - Yongyi.
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Chegyang - Uma das oito aldeias da minoria étnica Dong. A Ponte do Vento e da Chuva - Yongyi.

A 19 quilómetros de Sanjiang, na província de Guangxi. A imensa beleza dos arrozais e das aldeias muito pobres, de casa de telhado negro, onde o arroz é seco "de cabeça" para baixo nos telhados e varandas das casas. É um arroz peganhoso, de que fazem um vinho excelente!
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A 19 quilómetros de Sanjiang, na província de Guangxi. A imensa beleza dos arrozais e das aldeias muito pobres, de casa de telhado negro, onde o arroz é seco "de cabeça" para baixo nos telhados e varandas das casas. É um arroz peganhoso, de que fazem um vinho excelente!

Perto da aldeia de Lóngshéng, à beira do rio Sang Hé. Aldeias pitorescas de telhados negros, colinas arborizadas de chá, terraços de cultivo de arroz, a que o tempo chuvoso emprestou um ar bucólico. Tudo muito tranquilo e silêncioso.
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Perto da aldeia de Lóngshéng, à beira do rio Sang Hé. Aldeias pitorescas de telhados negros, colinas arborizadas de chá, terraços de cultivo de arroz, a que o tempo chuvoso emprestou um ar bucólico. Tudo muito tranquilo e silêncioso.

Aldeia à beira do rio.
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Aldeia à beira do rio.

Figuras de pedra com oferendas.
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Figuras de pedra com oferendas.

Uma belíssima cabeça de Buda. É um lugar muito venerado e de peregrinação.
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Uma belíssima cabeça de Buda. É um lugar muito venerado e de peregrinação.

Buda reclinado na praça principal.
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Buda reclinado na praça principal.

Chegdu - Na Base de Pesquisa e Criação de Pandas Gigantes. Onde os pandas andam em liberdade, por um terreno enorme cheio de bambús e onde tive o privilégio de fazer festinhas a este "simpático", nada agressivo animal magnífico!
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Chegdu - Na Base de Pesquisa e Criação de Pandas Gigantes. Onde os pandas andam em liberdade, por um terreno enorme cheio de bambús e onde tive o privilégio de fazer festinhas a este "simpático", nada agressivo animal magnífico!

Aqui o infantário. Todas as posições são válidas para uma soneca!
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Aqui o infantário. Todas as posições são válidas para uma soneca!

A comer bambús.
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A comer bambús.

São uma delícia!!!
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São uma delícia!!!

Como no "Horizonte Perdido" de James Hilton, o longo percurso de 9 horas de carro (sem travões!) para Lijiang.
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Como no "Horizonte Perdido" de James Hilton, o longo percurso de 9 horas de carro (sem travões!) para Lijiang.

Como no mágico "Shangri Lá", um horizonte a perder de vista!
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Como no mágico "Shangri Lá", um horizonte a perder de vista!

Lijiang é como uma cidade encantada. Destruída por um terramoto, foi totalmente reconstruída com a ajuda da UNESCO e é património da Humanidade.
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Lijiang é como uma cidade encantada. Destruída por um terramoto, foi totalmente reconstruída com a ajuda da UNESCO e é património da Humanidade.

Casas com telhados de madeira, onde não entra um prego e onde quase se tocam nas ruas estreitinhas.
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Casas com telhados de madeira, onde não entra um prego e onde quase se tocam nas ruas estreitinhas.

Eu numa rua de Lijiang.
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Eu numa rua de Lijiang.

A beira de todas as casas corre um canal que serve para tudo. Lavar a roupa, os legumes, arranjar o peixe.
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A beira de todas as casas corre um canal que serve para tudo. Lavar a roupa, os legumes, arranjar o peixe.

Mais casas à beira do canal. A população pertence à étnia "Naxi" e ainda se vestem a rigor.
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Mais casas à beira do canal. A população pertence à étnia "Naxi" e ainda se vestem a rigor.

A montanha do Pico de Jade. Himalaias à vista!
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A montanha do Pico de Jade. Himalaias à vista!

No Lago do Dragão Negro.
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No Lago do Dragão Negro.

Apesar da chuva, dirigimo-nos para o momento mais aguardado: a entrada nas Highlands. A via de montanha F26-Sprengisandur, totalmente offroad, espraia-se à nossa frente, em rectas intermináveis, subidas incontáveis, e solo desértico até perder de vista.

Não sabemos que erupções ali houve, nem há quantos milhões de anos, mas tudo dizimaram à sua volta e não há um sinal de vida. O cinza acastanhado da paisagem inunda-nos os olhos, até termos a primeira visão dos dois glaciares entre os quais iríamos passar...

Uma beleza que quebra a monotonia, num dia ensolarado mas frio, que nos leva durante 11o quilómetros até ao "hut de montanha" de Niydalur, no Parque Nacional de Vatnajokull, único abrigo em toda aquela extensão.

É, para nós, um autêntico hotel de 5 estrelas, com "varanda" para os glaciares, onde chegámos exaustos e a raiar a noite. Mal sabíamos que íamos por lá ficar vários dias, até que um nevão inesperado e um vento assustador, nos permitissem rumar em direcção a Norte.

O momento chegou ao terceiro dia de espera, em que um vento Sul, completamente a nosso favor, nos empurrou literalmente durante 130 quilómetros, com as montanhas e caminhos nevados a completarem a moldura selvagem.

Nestas paragens, até os jipes partem os eixos, e nós rompemos as pernas! Mas tudo passa no final, perante o espectáculo natural da Godafoss, ou cascata dos Deuses. É um colosso natural a que nenhum mortal pode ficar alheio.

Damos a volta ao Lago Myvatn no dia seguinte e constatamos a enorme diferença entre o Norte e o Sul deste país gelado: aqui tudo é verde e as famosas ovelhas e cavalos puro-sangue Viking, têm muito pasto e oferecem-nos belas fotos.

Há água por todos os cantos, e ela ferve e borbulha a sair da terra. Nós também borbulhamos nos "hot pots" de que vamos usufruindo pelas guest houses e hostels onde vamos ficando. É um modo de vida por aqui, e não seríamos verdadeiros islandeses honorários, se não vestíssemos a pele deste povo!