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Interrail: a experiência de uma vida [13]

Interrail

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A 327 metros de profundidade

Pequeno retrato dos diversos lances de escada que nos levavam até ao fundo da mina.
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Pequeno retrato dos diversos lances de escada que nos levavam até ao fundo da mina.

A chegada a 327 metros de profundidade.
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A chegada a 327 metros de profundidade.

Um dos corredores subterrâneos.
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Um dos corredores subterrâneos.

Pormenor das paredes brilhantes da mina, que têm cristais de sal cravejado.
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Pormenor das paredes brilhantes da mina, que têm cristais de sal cravejado.

Representação antiga dos mineiros a trabalhar.
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Representação antiga dos mineiros a trabalhar.

Sal puro que se forma nas paredes da mina.
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Sal puro que se forma nas paredes da mina.

Pormenor da estrutura de madeira que suporta a mina.
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Pormenor da estrutura de madeira que suporta a mina.

Dreno de madeira, construído para eliminar infiltrações subterrâneas
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Dreno de madeira, construído para eliminar infiltrações subterrâneas

Capela de Saint Kinga, espaço que ainda hoje serve para a realização de concertos, festas e jantares.
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Capela de Saint Kinga, espaço que ainda hoje serve para a realização de concertos, festas e jantares.

Vista aérea sobre uma das salas da mina.
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Vista aérea sobre uma das salas da mina.

Minas do Sal de Wieliczka.
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Minas do Sal de Wieliczka.

Cracóvia é uma cidade pequena, mas as suas ruas são extensas e o jardim que envolve os quatro quilómetros de toda a zona histórica é gigante. É uma cidade ideal para descansar e está situada numa região perfeita para, com algum tempo, se descobrir tudo o que a envolve, mesmo que a alguns quilómetros de distância.

A sul da cidade, mais concretamente em Wieliczka, existe uma das mais antigas minas de sal do mundo, que estava em pleno funcionamento desde a Idade Média até 2007. Ainda assim, atualmente muita gente continua, todos os dias, a trabalhar no espaço subterrâneo, renovando as madeiras e reforçando as paredes e as estruturas da mina, de forma a garantir a sua sustentabilidade.

A visita à mina está restrita a uma ínfima parte da mesma - apenas 3 dos cerca de 240 quilómetros de extensão subterrânea podem ser percorridos e é obrigatória a inserção num grupo, uma vez que as visitas são imperiosamente conduzidas por um guia, que desde o início alerta para a grande necessidade do grupo permanecer todo junto, uma vez que já foram vários os turistas que se perderam na mina.

Foi a pé que começou esta aventura por baixo de terra, numa descida vertiginosa e acelerada, pelos diversos lances de escadas que nos conduziram para um mundo completamente diferente. A subida, no final, foi feita num pequeno e escuro elevador, que anda a uma velocidade furiosa até ao cimo.

A mina está dividida em várias galerias, umas mais antigas, outras mais recentes. Uma das salas mais cuidadas é a Capela de Saint Kinga, local onde ainda hoje são realizados várias festas, jantares, concertos ou bailes.

Curiosamente, nos tempos áureos do funcionamento da mina de Sal, os mineiros que lá trabalhavam passavam imenso tempo sem ver a superfície, pelo que, muitas vezes, a própria família vivia com eles debaixo da terra. Algumas das estátuas e alguns dos espaços visitados são originais dessa época, e construídos, na íntegra, por esses mineiros.