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A última batalha de Nuno Santos contra o cancro: amputar a perna para poder ser feliz

Deram-lhe 3% a 5% de probabilidade de vencer a doença, resistiu aos tratamentos mais agressivos e, ao fim de ano e meio, livrou-se do que parecia uma sentença de morte. Mas o pesadelo só acabou em fevereiro deste ano, uma década depois, com a amputação da perna esquerda

Rui Antunes

Rui Antunes

Jornalista

André Moreira

André Moreira

Jornalista Multimédia

Marcos Borga

Marcos Borga

Repórter Fotográfico

Aos 16 anos, ouviu a médica do IPO de Lisboa comunicar-lhe que tinha 3% a 5% de hipótese de sobreviver a um cancro ósseo. Dez anos depois, acabou o suplício. Numa decisão ponderada e amadurecida, Nuno Santos amputou a perna esquerda, no passado mês de fevereiro. Um “peso morto”, como a descreve, que o impediu de iniciar uma segunda vida mais cedo, de cabeça limpa, depois de ter superado o cancro em ano e meio.

Dos tratamentos, cada um mais agressivo do que o anterior, resultou uma anca disfuncional, incapaz de cumprir o seu papel de articulação. A perna deixou de responder e nada havia a fazer, do ponto de vista clínico, para a recuperar. A decisão radical abre agora novos horizontes a um jovem que nunca deixou de fazer desporto e entretanto ganhou milhares de seguidores no Instagram, ao partilhar a sua luta e vontade de viver. “Não é por me faltar uma perna que vou deixar de fazer milhares de coisas”, garante, em entrevista à Visão Saúde, já nas bancas.

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