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Inquérito confirma que todas as relações passam por cinco fases. Em qual está a sua?

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Um questionário realizado por um website de encontros online conseguiu dividir as relações em cinco fases distintas. Consegue identificar em qual se encontra?

Uma relação passa por cinco fases diferentes, cada uma com um conjunto de metas e características específicas, diz o site de encontros eHarmony, com base nas respostas a um questionário que lançou na Austrália, a cerca de mil participantes.

Os investigadores dividiram as relações amorosas em cinco fases, como, aliás, já tinham feito estudos anteriores.

A FASE DA FAÍSCA

A fase das borboletas na barriga, das mensagens amorosas, do lindo e maravilhoso. Por outras palavras, o início da relação.

O estudo concluiu que uma em cada quatro pessoas beija no primeiro encontro, mas uma em dez afirma esperar pelo menos 3 semanas até o fazer.

A maioria dos questionados disse que esperava 3 meses até começar a ter relações sexuais com o novo parceiro.

Por outro lado, 9% admitiram dormir com outra pessoa na mesma semana em que se conheceram.

A FASE DE LUA DE MEL

Depois da tempestade, vem a calmaria: esta é a fase de paz, em que se sente confortável com o seu parceiro. As coisas ainda são excitantes, mas mais calmas.

Um terço dos participantes acredita que, para chegar a esta fase, ambas as partes têm de ter "a tal conversa", para pôr os termos da relação em pratos limpos e oficializá-la.

Uma pessoa leva, em média, três meses a desativar o seu perfil online de encontros (se o tiver) sendo que os homens o tendem a fazer mais cedo - 28% dos homens deixa de lado os "engates" online após três semanas de relação, contra apenas 17% das mulheres.

Por outro lado, 29% dos casais começa a partilhar online fotografias em conjunto a partir dos 4 meses de relação.

A FASE ÍNTIMA

A relação vai bem e tudo corre às mil maravilhas. Por fim, escapa-se o "amo-te". Entramos numa nova fase da relação, a fase em que a intimidade e a cumplicidade mais florescem.

A investigação revelou que são os homens quem confessa primeiro o amor – um em cada dois admite fazê-lo nos primeiros três meses de relação; assim como uma em cada três mulheres.

Os parceiros esperam em média seis meses até se sentirem confortáveis a soltar gases em frente à sua cara-metade. E os mais jovens tendem a perder a vergonha anda mais cedo – três meses são suficientes. Menos dos que os cinco decorridos até deixarem a escova de dentes em casa do outro.

É perto da marca dos seis meses que a maioria das pessoas se sente confiante o suficiente para mostrar as suas vulnerabilidades, mas logo a partir dos cinco meses, chorar em frente do parceiro deixa de ser constrangedor.

E só a partir dos dois meses de relação é que as mulheres se sentem confortáveis em estar com o parceiro sem maquilhagem.

A FASE DO COMPROMISSO

O estudo descobriu que grande parte dos casais toma as "grandes decisões" relativamente cedo na relação - 45% das pessoas ficam noivas no prazo de um ano; 51% casa-se ao fim de um ano; e 41% das pessoas tem filhos passado um ano.

Um ano parece ser também o prazo para criar uma conta bancária em conjunto (45%) e para comprar uma casa para os dois (43%).

Cerca de metade dos participantes diz ter esperado seis meses para apresentar o parceiro aos pais, mas apenas três meses para o apresentar aos amigos.

A FASE DO CORAÇÃO PARTIDO

Que nos perdoem os apaixonados, mas grande parte das relações têm um fim. E 67% dos participantes afirmou que em menos de um ano já estava recuperado e pronto para tentar o amor outra vez, com uma pessoa nova.

Neste caso, são os homens quem recupera mais rapidamente – 72% dizem "estar pronto para outra" em menos de um ano, em comparação com 63% das mulheres.

Os mais jovens nem precisam de tanto tempo: um em cada três diz-se preparado para voltar a ter encontros a menos de um mês da ultima separação.

No entanto, apesar da rapidez de uns e da vontade de seguir em frente de outros, os investigadores revelam que são precisos cerca de dois anos para uma pessoa recuperar totalmente de uma relação.

"Enquanto algumas são mais divertidas que outras, é crucial não apressar nenhuma destas fases", aconselha no Independent. Jacqui Manning, psicóloga da eHarmont.