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Se gostaste de ler os livros vencedores de «Miúdos a Votos» 2018-19 no 3.º ciclo...

MIÚDOS A VOTOS

Em democracia, as pessoas escolhem os políticos que as representam. Para que não sejam sempre os mesmos no poder, há leis que definem quantos anos a mesma pessoa pode ser, por exemplo, Presidente da República. Em «Miúdos a Votos», essas leis não se aplicam. Mas, para que os vencedores possam variar, pedimos ao Plano Nacional de Leitura que, a partir dos três livros mais votados em cada ciclo, no ano passado, sugerisse outras leituras. Aqui ficam as do 3.º ciclo:

Se gostaste de «Harry Potter e a Pedra Filosofal», podes gostar de…

Coração, de Edmundo de Amicis
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Coração, de Edmundo de Amicis

Robot Selvagem, de Peter Brown
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Robot Selvagem, de Peter Brown

Beren e Lúthien, de J. R. R. Tolkien e Alan Lee
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Beren e Lúthien, de J. R. R. Tolkien e Alan Lee

Coração

Edmundo de Amicis

Enrico é uma criança que frequenta a terceira classe de uma escola pública italiana no final do século XIX e que regista no seu as vivências com os colegas e com o professor que, mensalmente, lhes conta uma história exemplar.

Robot Selvagem

Peter Brown

Um carregamento de robots fica quase destruído quando os caixotes em que seguia cai ao mar. Ao embater nas rochas de uma ilha, uma das caixas abre-se libertando um único espécime tecnológico. A inteligência artificial com que foi programada permite à robot (do género feminino) observar e aprender. As peripécias sucedem-se, entre mal entendidos, conflitos e amizades com os animais autóctones. Além de ser uma reflexão sobre o que define um ser vivo e em particular uma pessoa, a narrativa levanta questões pertinentes sobre o respeito e a curiosidade pelo outro, a generosidade e o altruísmo como valores essenciais.

Beren e Lúthien

J. R. R. Tolkien e Alan Lee

Beren, um humano mortal, apaixona-se por Lúthien, uma belíssima elfo imortal. Ao pedir a mão dela ao pai, recebe uma resposta negativa, que será alterada caso traga uma Silmaril da coroa de Melkor, o mais poderoso de todos os representantes do Mal.

Se gostaste de «O Diário de Anne Frank», podes gostar de…

Coisas que acontecem, de Inês Barata Raposo e Susa Monteiro
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Coisas que acontecem, de Inês Barata Raposo e Susa Monteiro

Diário inventado de um menino já crescido, de José Fanha e João Fanha
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Diário inventado de um menino já crescido, de José Fanha e João Fanha

Capitães da Areia, de Jorge Amado
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Capitães da Areia, de Jorge Amado

Coisas que acontecem

Inês Barata Raposo e Susa Monteiro

O livro simula ser parte de um diário, ou melhor, de um texto auto-reflexivo, escrito por uma adolescente. A(s) amizade(s), os amores ainda em embrião, a morte , a psicóloga, os sonhos e a desilusão, as dúvidas sobre o que se sente, a monotonia de se viver numa cidade pequena e desinteressante, a escola e as férias, a família. A adolescente, situa-se, em simultâneo, fora e dentro do seu relato na primeira pessoa, olhando à distância a história que viveu e é a sua.

Diário inventado de um menino já crescido

José Fanha e João Fanha

Todos nós vivemos acontecimentos extraordinários, conhecemos pessoas especiais, presenciamos momentos irrepetíveis. O problema é que, quando começamos a crescer, começamos também a esquecer muitos desses acontecimentos, dessas pessoas, desses momentos. É para isso que servem os Diários. Para guardar a nossa memória. «Um dia, resolvi chamar o menino que já fui à escrita e pedi-lhe para escrever algumas das coisas de que ele ainda se lembra: os colegas, a avó, o pai, as múltiplas e, por vezes, contraditórias aprendizagens de que é feito o nosso crescimento. E assim nasceu este Diário que é um bocadinho verdadeiro e um bocadinho inventado e que foi escrito pelo menino já crescido que sou.»

Capitães da Areia

Jorge Amado

As aventuras e desventuras de um grupo de miúdos de rua da cidade de Salvador, no Brasil. Com histórias familiares complexas, estes jovens sobrevivem através de pequenos furtos e crimes. O grupo tem uma hierarquia e há uma distribuição de papéis entre os seus elementos.

Se gostaste de «O Rapaz do Pijama às Riscas», podes gostar de…

O Tatuador de Auschwitz, de Heather Morris
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O Tatuador de Auschwitz, de Heather Morris

A Seguir, de Morris Gleitzman
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A Seguir, de Morris Gleitzman

Nome de Código: Verity, de Elizabeth Wein
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Nome de Código: Verity, de Elizabeth Wein

O Tatuador de Auschwitz

Heather Morris

Lale é enviado para o campo de concentração de Auschwitz- Birkenau, sendo poupado às câmaras de gás porque tem a tarefa de tatuar os prisioneiros escolhidos para trabalhar. Apaixona-se por uma jovem judia e vai travar uma luta incansável pela sobrevivência de ambos. Após a libertação, reencontram-se e reconstroem as suas vidas.

A Seguir

Morris Gleitzman

Felix e Zelda são duas crianças que fogem à repressão nazi, depois de perderem os pais. Recolhidos numa quinta por uma mulher generosa, vão vivendo debaixo do permanente medo de serem denunciados, especialmente por Ciryl, o rapaz que desconfia deles e está pronto a entregá-los.

Nome de Código: Verity

Elizabeth Wein

Durante a II Guerra Mundial, duas jovens amigas voam para a zona ocupada de França. Verity é capturada pelos nazis; obrigada a confessar os seus objetivos, pede papel para os escrever. Para ganhar dias de vida, prolonga a confissão escrita relatando etapas do seu passado. Este testemunho é recuperado e, assim, vamos, na segunda parte da obra, conhecer, com detalhe, a epopeia das mulheres piloto nos voos de apoio (ATA) e das agentes femininas dos serviços especiais (SOE), para lá do extraordinário trabalho da Resistência.