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Foram batidos perto de 400 recordes e Portugal trouxe para casa quatro medalhas. Os Jogos Paralímpicos de 2016 chegaram ao fim.

Depois de duas semanas cheias de desporto e competição, os Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro terminaram, no último domingo.

Naqueles que foram os primeiros Jogos Olímpicos realizados na América do Sul, foram batidos mais de 200 recordes mundiais (os recordes que incluem as competições dos campeonatos do mundo) e quase 400 recordes paralímpicos (os recordes que só envolvem as competições de Jogos Paralímpicos anteriores).

A China foi a grande vencedora destes Jogos Paralímpicos, tendo conquistado 239 medalhas! Em segundo lugar, ficou a Grã-Bretanha, com 147 medalhas, e os terceiros mais medalhados foram os atletas da Ucrânia, que conseguiram 117 medalhas.

Portugal conseguiu ganhar quatro medalhas de bronze! Pelo atletismo, foram as de Luís Gonçalves, nos 400 metros T12 (prova para atletas com deficiência visual), e de Manuel Mendes, na maratona T45/46 (onde competem atletas com algum tipo de amputação, ou seja, aqueles que lhes falta um braço ou uma perna). E pelo boccia, José Carlos Macedona foi medalhado na prova individual mista BC3 (para jogadores que não conseguem atirar as bolas sozinhos e, por isso, precisam de usar objetos auxiliares, como calhas, para o fazer) e a seleção portuguesa subiu ao pódio na prova de equipas mista BC1-2 (para atletas que conseguem arremessar a bola).

Apesar das quatro medalhas, este foi o resultado mais fraco de sempre de Portugal em Jogos Paralímpicos - o melhor foi em 1992, nos Jogos Paralímpicos de Barcelona, quando Portugal trouxe para casa 22 medalhas.

Como nem sempre as coisas correm bem, estes Paralímpicos também ficaram marcados pela morte do ciclista iraniano Bahman Golbarnezhad, que teve um acidente durante uma prova nos Jogos.

O ciclista foi homenageado na cerimónia de encerramento dos Jogos, que aconteceu no último domingo, no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.