Pedro Passos Coelho aproveitou a tarde de domingo para efetuar uma visita informal à Feira do Livro, em Lisboa.

O primeiro-ministro visitou diversos expositores e conversou com editores, autores e com visitantes, sempre acompanhado pela mulher e por Francisco José Viegas, secretário de estado da Cultura.

No final da visita um grupo de indignados, do movimento primavera global, que estava reunido no Parque Eduardo VII, insultou Passos Coelho. A polícia foi obrigada a intervir mas o incidente terminou sem violência.

O diretor da 82ª Feira do Livro de Lisboa admitiu discutir datas diferentes para o certame do ano que vem, considerando que apesar das reclamações de editores e livreiros sobre a realização da feira em abril, o resultado global é positivo.

"Falo em relação aos participantes, público e organização", disse Miguel Freitas da Costa à Agência Lusa no último dia da feira, reconhecendo que este ano "não houve sempre as melhores condições por razões atmosféricas".

O também secretário-geral da Associação Portuguesa e Editores e Livreiros, que organiza a feira, salientou que "para a maior parte dos participantes, os resultados em termos comerciais foram positivos".

Imagens SIC