O caso ainda está a ser investigado pela Polícia Judiciária e foi objeto de peritagens logo a seguir ao fogo que consumiu grande parte dos concelhos de Tavira e São Brás de Alportel, entre 18 e 22 de julho.

Segundo fonte judicial à agência Lusa, o primeiro foco de incêndio surgiu na sequência de uma queimada de combustão lenta que os funcionários da empresa estariam a fazer numa clareira junto a um poste de transporte de energia.