"Estou a sentir-me como se tivesse nascido novamente, é o meu segundo nascimento", disse à Lusa João Marcelo Calaça, considerando um "milagre" não ter embarcado naquele voo na noite de domingo.

Um seu companheiro de viagem de nacionalidade norte-americana, também não viajou, para que os dois pudessem partir ao mesmo tempo.

O A330 da Air France, que deveria voar entre o Rio de Janeiro e Paris, desapareceu na madrugada de segunda-feira dos radares. As buscas prosseguem para localizar o aparelho, mas sem esperança de encontrar sobreviventes entre os 228 passageiros a bordo.