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  • Tudo o que faltava saber sobre Aristides de Sousa Mendes

    A “intervenção” da irmã Lúcia que, deixou escrito, lhe salvou uma filha. Os dois filhos que se alistaram no exército aliado, com a sua colaboração, e combateram as tropas nazis. O caso extraconjugal em França, de que nasceu uma menina. A ligação umbilical ao irmão gémeo, César, também diplomata. São as revelações que faltavam sobre o corajoso cônsul de Bordéus que, desobedecendo a Salazar, salvou dezenas de milhares de vidas do Holocausto da II Guerra Mundial

  • Somos Homens ou rinocerontes?

    Vejo por cá quem alinhe com Trump. Uns às claras, com elogios à “coragem” de rasgar com o statu quo e defender a pátria e “os seus”; outros de forma mais velada, fazendo ver os “erros” dos antecessores, criticando os “excessos” na comparação com Hitler ou sublinhando os “perigos” dos imigrantes e refugiados

  • Quem quer comprar o telefone que Hitler usava no 'bunker'?

    Vai este mês a leilão nos EUA o telefone utilizado pelo Führer para dar as últimas ordens que ainda causaram milhões de mortes, até ele próprio, enfiado no seu buraco, sob os escombros da Berlim tomada pelas tropas soviéticas, se suicidar. No mínimo, a leiloeira espera arrecadar 185 mil euros pelo aparelho

  • A maquilhagem de Donald Trump

    No México, o candidato republicano tentou mudar a imagem de radical empenhado em perseguir os imigrantes hispânicos. Mas no Arizona regressou à velha cartilha

  • O Brasil tem um plano para não ter ruínas olímpicas como esta

    Piscina onde Michael Phelps deu as últimas braçadas olímpicas, pavilhão que recebeu a final de andebol e o parque olímpico vão ser transformados em piscinas públicas, escolas e num gigantesco parque de lazer ao serviço da população do Rio de Janeiro. É 'só' desmontar e reconverter as peças de um enorme 'lego' concebido para o Brasil evitar as ruínas olímpicas que proliferam dos Estados Unidos à China, passando por França, Alemanha ou Finlândia. VEJA OS VÍDEOS E AS FOTOS, ANTES E DEPOIS

  • A mulher que “não sabia de nada”

    Brunhilde Pomsel tinha 31 anos em 1942, quando foi convidada para secretariar Joseph Goebbels, o ministro da propaganda de Hitler. Agora tem 105 anos, vive em Munique, e decidiu dar uma longa entrevista sobre a vida no círculo íntimo e fechado do regime nazi. A conversa foi transformada num filme – A German Life – que passou recentemente no festival de cinema de Munique