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Abraçar o desconforto

Sean Gallup/ Getty Images

As FES (Família, Esperança e a Solidariedade) são citadas e exaltadas neste período como em nenhum outro, mas a verdade é que o TAS (Trabalho, Angústias e Sofrimentos) nos esperam no próximo ano. São assim as FESTAS, todas elas acabam e tudo recomeça

Os tempos são de avaliação do ano: o que de melhor e pior aconteceu, o que devia ter acontecido e não aconteceu e o que não podia ter acontecido e aconteceu.

Avaliarmos e autoavaliarmos é no fundamental abraçar o desconforto de apontar ao outro e a nós próprios o que de mais ou menos positivo aconteceu.

Fazemos todos os anos este exercício e concluímos todos os anos que temos de fazer mudanças na nossa vida. Aproveitamos esta época do ano para usufruir de momentos em família no conforto das nossas casas, juntos de quem realmente valorizamos e enchemos as mesas com doces e pratos deliciosos que todos apreciam.

Aprendemos que partilhar o nosso coração não o esgota, mas antes, multiplica-o, pois, conseguimos ter mais tempo para apreciar os outros e fazemos o esforço de aproximação aos outros.

Assim é, mas passado este período, é tempo de encarar a realidade e por isso preparar um novo ano, uma nova oportunidade de atingir os objetivos a que nos propomos todos os anos e que insistem em não ser atingidos.

As FES (Família, Esperança e a Solidariedade) são citadas e exaltadas neste período como em nenhum outro, mas a verdade é que o TAS (Trabalho, Angústias e Sofrimentos) nos esperam no próximo ano. São assim as FESTAS, todas elas acabam e tudo recomeça. Os votos que deixo são pois o de prepararmos o novo ano com honestidade, ética e a frontalidade que ele exige na esperança que ele efetivamente seja melhor! Bom ano!