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  • Sempre que efetuamos compras num supermercado, nos inscrevemos num ginásio, aderimos a serviços, contratamos um seguro, sub-rogamo-nos às cláusulas contratuais gerais, previstas unilateralmente, sem negociação ou destinatários pré-determinados

  • Mas será que o e-fatura se continua a justificar hoje? De acordo com o Portal das Finanças, até Outubro de 2016, foram emitidas e comunicadas 4.512,3 milhões de faturas, o que representa um aumento de 2,9 % face ao período homólogo. Já as faturas com NIF emitidas a consumidores finais cresceram uns impressionantes 12,9% nos primeiros 10 meses do ano de 2016 face a igual período de 2015, tendo atingido os 919,4 milhões de faturas (mais de 20% do total de faturas processadas)

  • Quando passamos das perceções da corrupção para a experiência da corrupção, as coisas alteram-se um pouco. Da mesma forma que Portugal não parece estar tão mal em termos de desenvolvimento da Economia Verde quanto as perceções indicam, também ao nível do fenómeno da corrupção Portugal parece não estar, em termos relativos, tão mal quanto as perceções sobre ele indicam

  • Um assassino económico é um profissional muito bem pago que defrauda países pelo mundo fora, extorquindo-lhes somas muito avultadas e canalizando dinheiro de organizações como o Banco Mundial ou a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional para as grandes multinacionais e para algumas famílias ricas que controlam os recursos naturais do planeta

  • Um passo importante no caminho de combate ao uso dos centros financeiros offshore para esconder os ganhos ilícitos, é a adoção por parte das autoridades governativas destas jurisdições de medidas que permitam a transparência na identificação do beneficiário final dos instrumentos financeiros e por banir do sistema financeiro global todas as jurisdições que recusarem abandonar a confidencialidade e segredo bancário ali existente