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  • Era uma vez…

    Bruno Sousa

    ALEMANHA - É possível que talvez estas histórias estejam no nosso imaginário por causa dos filmes da Disney, mas acho que já eram populares antes disso, e, de alguma forma, já sentíamos essas histórias como parte também do nosso imaginário coletivo nacional. O que eu não sabia era que a origem da maioria delas é aqui mesmo na zona onde vivo agora, no Estado de Hessen

  • Por essas lavras fora

    Mariana Palavra

    LUANDA, ANGOLA - Joaquina não se queixa. Mas não consegue aguentar tudo. E o tudo é muito. Por vezes, descarrega nos filhos. Bate, grita, perde a cabeça. Apesar de não acreditar que o castigo corporal garanta uma boa educação das crianças. Fá-lo, “por causa dos nervos”, “por não conhecer outra maneira de os fazer calar e parar”, por não saber o que mais fazer.

  • Tapau, m’goi

    Filipa Araújo

    MACAU - Que fique escrito que Tapau não representa apenas “ir buscar comida”, inclui também levar para casa o que sobrou do almoço ou jantar. Desengane-se quem pensa que o tapau mora nos restaurantes de rua. Não. É prática geral, seja a tasca no virar da esquina com dois bancos vermelhos de plástico encostados ao pilar do prédio ou o restaurante Michelin. Sim, até o funcionário do Robuchon au Dôme pergunta depois de terminado um menu de 12 pratos: “tapau?”

  • Entrevistas e entre vistas

    Nuno Guerreiro

    NOVA IORQUE, EUA - Quando for grande, quero que as "entrevistas e entre vistas" na minha vida pessoal, sejam exatamente como são as profissionais são agora. Há que aprender e aproveitar e focar no percurso, versus por toda a energia no destino

  • Japão, o mesmo encanto na hora da despedida

    Catarina Oliveira da Costa

    Japão, contigo descobri que o mundo tem fronteiras bem vincadas, sobretudo quando se preserva sabiamente o território e a cultura milenar, e que, nesta era de globalização, sabe tão bem ser único. És a estrela e a descrição, és tranquilo e intempestivo, és obediente e arrojado, és silencioso e esganiçado, és humilde e orgulhoso e um tanto ou quanto vaidoso. Mesmo assim, és e serás sempre um enigma

  • Dias russos

    António Raúl Reis

    LUXEMBURGO - Eu estava lá. E nunca esquecerei esse momento, que fica na galeria das grandes recordações futebolísticas tal como aquela noite de julho de 2016 em Paris

  • We are Carnaval, we are, we are folia…

    Helena Vila Verde

    SÃO PAULO, BRASIL - Assistir é fantástico, porque é impossível não se contagiar pelo samba enredo das várias escolas, a dança, as cores, a beleza e grandiosidade dos fatos com que as pessoas desfilam e, enfim viver o Carnaval. Por outro lado, desfilar é qualquer coisa de sensacional, porque é vestir a camisola (camiseta) da escola de samba por que se desfila, é aprender o samba enredo, que se fica a saber de cor e não nos sai da cabeça durante muito tempo, é ter alegria no rosto, divertir-se horrores e torcer para que a nossa escola seja a grande vencedora.

  • Slava e imparidades e Cadeias de Blocos (blockchain)

    José Reis Santos

    BUDAPESTE, HUNGRIA - Se o Facebook tivesse a sua plataforma em blockchain, todos os seus utilizadores poderiam, em primeiro lugar, definir que tipo de partilha de informação poderia ser feita e, depois, estar seguros de que qualquer tipo de monetarização futura dos seus dados poderia ser rastreada à fonte, ou seja, ao utilizador original

  • É complicado

    Vasco Pinhol

    AALESUND, NORUEGA - Nas bermas das estradas começam a aparecer flores confusas, que não olharam com atenção para o calendário e por isso resolveram florescer no pico do inverno, pensando que é primavera. É o aquecimento global, versão norueguesa