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Perfil

  • Devem estar a gozar comigo

    Vasco Pinhol

    AALESUND, NORUEGA Ao manter uma vida portuguesa tenho de resolver problemas portugueses. Pergunto-me se as empresas de serviços públicos em Portugal acham realmente que tornar esta experiência um inferno será a melhor forma de criar valor

  • Bruxelocracia

    Tiago Antunes

    BRUXELAS, BÉLGICA - Da próxima vez que ouvir alguém queixar-se da burocracia em Portugal, vou recomendar-lhe uma visita a Bruxelas

  • São Martinho, nem verão, nem vinho

    Bruno Sousa

    DARMSTADT, ALEMANHA - O São Martinho, por aqui, é celebrado com uma procissão de crianças, à noite, com lanternas acesas. Parece que desdenho e faço troça, mas a verdade é que depois de mais de 7 anos, começo mesmo a apreciar

  • Casamentos e Batizados

    Inês Batalha Mendes

    SANTIAGO, CHILE - Casamentos, batizados e funerais são aquele tipo de situações que nos permitem a nós, os estrangeiros, vislumbrar a sociedade do país onde moramos tal como ela é. Sem filtro. As pessoas estão demasiado absorvidas no momento que estão a viver para se preocuparem com aquela máscara meio de relações públicas, meio Ministério do Turismo com que não raras vezes lidam com os que são de fora

  • Arte Funerária

    José Augusto Pinto

    SÃO PETESBURGO, RÚSSIA - Na Rússia tudo se faz em grande estilo, e morrer não é exceção

  • A miniaturização da parvoíce

    Vasco Pinhol

    AALESUND, NORUEGA Os media têm um longo historial de relação complexa e delicada tanto com o poder vigente como com o seu próprio poder. Não se aperceberam, com o pânico da reconfiguração do mercado de imprensa e o advento da Internet, que a sua função de informar de forma generalista deixou de ser exclusiva – aceitaram com alegria o presente envenenado do “cidadão repórter”, sem custos, sem antecipar que o “cidadão repórter” teria eventualmente vários meios de distribuição ao seu serviço, também sem custos, através dos meios sociais

  • Take a walk on the right side

    Marta Gonzaga

    BALI, INDONÉSIA - Quando aqui se aterra, o primeiro impacto é o do calor sufocante e do ar que de tão húmido se cola a nós. A seguir, é o trânsito nas ruas principais

  • Um problema de expressão

    Filipa Araújo

    MACAU - Faz muito frio por aqui. O Inverno acontece por esta altura, intensifica-se entre janeiro e fevereiro. Mas este frio tem várias particularidades, a primeira delas é que aparece sem aviso prévio