Kepari Leniata, uma mulher de 20 anos, foi torturada e queimada viva na Papua-Nova Guiné, após ter sido acusada de usar bruxaria para matar um menino. De acordo com a imprensa local, a polícia e os bombeiros foram perseguidos pela população e não foram capazes de impedir o crime. A jovem foi regada com gasolina e incendida em frente a centenas de pessoas.

Em algumas zonas desta região, a comunidade continua, em alguns ocasiões, a culpar os suspeitos de praticar bruxaria pelos casos de morte e doenças desconhecidas.

Em 2009, após várias situações semelhantes, o presidente da Comissão de Reforma Constitucional e Legislativa do país pediu uma legislação mais severa para combater este problema. No entanto, as mortes continuam a acontecer.

A embaixada norte-americana já reagiu ao acontecimento. "'Não há justificação possível para este tipo de violência. Esperamos que os recursos apropriados sejam destinados para identificar, julgar e punir os responsáveis pelo assassinato de (Kempari) Leniata", afirmou.