Um derrame, em 2005, deixou Tony Nicklinson incapaz de fazer qualquer movimento, à exceção dos olhos. Na semana passada, viu a Justiça britânica recusar-lhe mais um apelo no sentido de lhe ser autorizada a morte assistida. Esta quarta-feira, morreu em casa, anunciaram os seus advogados, sem adiantar nada sobre as circunstâncias da sua morte. No Twitter, no entanto, uma mensagem publicada através da sua conta anunciava "causas naturais" na origem da morte.

Em janeiro, o britânico pediu ao Supremo Tribunal para garantir que nenhum médico que o ajudasse a morrer com o seu consentimento fosse acusado de homicídio. A decisão, conhecida na semana passada, deixou-o "devastado e de coração partido".