"Estamos disponíveis para o diálogo agora e depois da greve. Se dialogar depois da greve, entretanto, os portugueses tiveram prejuízos devido às consultas que ficaram por realizar, e cirurgias que foram adiadas", disse aos jornalistas Paulo Macedo, após uma reunião que estava agendada com os sindicatos, mas que não se chegou a realizar.

O ministro da Saúde tinha convocado para hoje à tarde uma reunião com os sindicatos dos médicos, para tentar desbloquear a greve prevista para quarta e quinta-feira, mas os dois sindicatos representativos dos médicos, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) anunciaram previamente que não iriam comparecer.