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WikiLeaks: Brasil defende inviolabilidade de embaixadas e solidariza-se com Equador

Lusa

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Rio de Janeiro, 18 ago (Lusa) -- O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota, defendeu, na sexta-feira, a inviolabilidade de representações diplomáticas e manifestou a sua solidariedade para com o Equador no âmbito do caso do fundador do portal WikiLeaks, Julian Assange.

"Solidarizamo-nos com o Equador quando se trata de defender a inviolabilidade das instalações de representações diplomáticas no exterior", afirmou Antonio Patriota em declarações ao diário "O Globo", apontando que considera "fundamental" cumprir com as obrigações decorrentes da Convenção de Viena, da qual o Reino Unido é signatário.

O ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, William Hague, disse na quinta-feira que o Reino Unido não vai deixar Julian Assange sair livremente, depois de o Equador ter decidido conceder asilo político a Julian Assange, refugiado há dois meses na embaixada equatoriana em Londres, para evitar a extradição para a Suécia.