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Venda da posição da CGD na PT era "obrigação" imposta pela 'troika' -- José de Matos

Lusa

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Lisboa, 31 out (Lusa) - O presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), José de Matos, realçou hoje que a alienação da participação que o banco público detinha na PT, que está num processo de fusão com a brasileira Oi, foi imposta pela 'troika'.

"Era uma obrigação que correspondia à nossa orientação estratégica e que está finalmente completada", afirmou o banqueiro, num encontro com jornalistas, em Lisboa, por ocasião da divulgação das contas da CGD nos primeiros nove meses do ano.

A CGD saiu na quinta-feira da semana passada da estrutura acionista da Portugal Telecom (PT), em que era o terceiro maior acionista, com a venda dos 6,11% que detinha na empresa por 190,6 milhões de euros.