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UGT diz ser impossível corte de 4 mil ME sem "graves consequências sociais"

Lusa

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Lisboa, 19 fev (Lusa) - O secretário-geral da UGT, João Proença, disse hoje ser impossível um corte de quatro mil milhões de euros nas funções sociais do Estado sem "graves consequências sociais" e sem um agravamento da crise económica em Portugal.

"Toda a gente sabe que é impossível hoje em Portugal fazer um corte de quatro mil milhões de euros de despesa estrutural do Estado sem graves consequências sociais e de agravamento da crise económica", disse Proença aos jornalistas no Parlamento, depois de ter sido ouvido na comissão parlamentar de acompanhamento da implementação das medidas do programa de assistência financeira.

Para a UGT, o corte de quatro mil milhões de euros, "oferecido" pelo Governo, diz João Proença, deverá ser abordado "na perspetiva de manter uma linha de coerência nas políticas" e sem prejudicar "ainda mais os trabalhadores e pensionistas" portugueses.