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UGT acusa Governo de não estar "minimamente empenhado" em enfrentar a 'troika'

Lusa

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Lisboa, 19 abr (Lusa) -- O secretário-geral da UGT, João Proença, acusou hoje o Governo de não estar "minimamente empenhado" na promoção de uma política salarial que impulsione o crescimento e exigiu o abrandamento do ritmo de ajustamento das finanças públicas.

João Proença, que falava na abertura de uma conferência internacional hoje organizada pela UGT, em Lisboa, considera que "não há empenhamento do Governo para enfrentar a 'troika'", composta pelo Fundo Monetário Internacional, pela Comissão Europeia e pelo Banco Central Europeu.

Em causa, disse o dirigente sindical, estão matérias como a defesa da negociação coletiva e o aumento do salário mínimo nacional, aspetos em que, disse Proença, patrões e sindicatos estão de acordo, "embora não necessariamente nos mesmos termos".