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Tribunal chinês dá razão a mãe enviada oito dias para 'campo de trabalho'

Lusa

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Pequim, 15 jul (Lusa) -- A mulher que processou uma Comissão de reeducação chinesa, por detê-la durante oito dias num dos seus campos de trabalho -- depois de protestar pela violação e prostituição da filha -- ganhou hoje a ação, obtendo uma compensação.

Segundo informações veiculadas hoje pela imprensa chinesa, citadas pela agência Efe, a mulher, Tang Hui, saiu vitoriosa e conseguiu que o tribunal ordenasse à Comissão de Yongzhou, no centro da China, o pagamento de uma compensação de 2.941 yuan (366 euros) por atentar contra a sua liberdade pessoal e causar-lhe danos psicológicos.

Tang, de 40 anos de idade, decidiu levar o seu caso ao Tribunal Superior do Povo da província de Hunan (centro) depois de em abril o Tribunal Intermédio de Yongzhou ter declinado o seu pedido de compensação (1.463 yuan, 182 euros) e de desculpas públicas por parte da Comissão.