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Transtejo: Privatização pode ser única forma de "eliminar constrangimentos" - presidente

Lusa

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Lisboa, 15 jul (Lusa) - O presidente do conselho de administração do grupo Transtejo, responsável pelas ligações fluviais no Tejo na região de Lisboa, afirma que a privatização pode ser a única possibilidade para "eliminar constrangimentos" que o Estado, único acionista, não consegue assumir.

"Admito que seja a única possibilidade, independentemente da minha opinião pessoal. A manter o serviço público tal como está, existe a necessidade de eliminar alguns constrangimentos que o Estado não tem condições por si só de os assumir", defendeu João Pintassilgo, em entrevista à agência Lusa.

O presidente da Transtejo (que detém duas empresas, a Transtejo e a Soflusa) sublinhou, no entanto, que a privatização é "uma hipótese como outra qualquer" e que a gestão de uma empresa não é boa por ser privada e má por ser pública: "Todos sabem os resultados quando a empresa tem uma gestão pública, em que existem uma série de condicionantes, mas não é por serem privadas que as empresas de transportes vão dar todas lucro".