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Transações de cavalos na Feira da Golegã refletem crise, autarca defende menos efetivos

Lusa

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Golegã, 08 nov (Lusa) -- O contexto de crise reflete-se no número de transações realizadas na Feira da Golegã, considerada o mais importante entreposto nacional do cavalo, o que leva o seu presidente a defender uma diminuição de efetivos, que pode passar pelo abate.

José Veiga Maltez, presidente da Câmara Municipal da Golegã e do certame que por ocasião do S. Martinho agita a pacata vila ribatejana, ele próprio criador de cavalos, vê no abate de cavalos "muito meticuloso, muito rigoroso e muito cuidadoso" uma das saídas para a crise que também chegou ao setor.

Esta medida extrema para diminuição de efetivos cavalares, aliada a um controlo de nascimentos "mais eficaz", já foi seguida, por exemplo, em Espanha, frisa o autarca.