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Trabalhadores da EPUL apontam ilegalidades na proposta de extinção da empresa

Lusa

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Lisboa, 19 fev (Lusa) - O mandatário dos trabalhadores da Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL), Garcia Pereira, apontou hoje ilegalidades e inverdades na proposta de extinção da empresa na Assembleia Municipal da capital, onde aguarda discussão e votação.

"Se não se quiserem ver envolvidos num processo de contornos absolutamente nublosos e, eu vou ser simpático, de legalidade discutível e com pressupostos absolutamente falsos, que visa sobretudo a Câmara de Lisboa anular a dívida que excede os 40 milhões de euros para com a EPUL e simultaneamente alcançar um património que vale cinco vezes mais do que isso, se querem ir contra esta manobra, votem contra e rejeitem-na", apelou Garcia Pereira aos deputados municipais.

A proposta de dissolução está na agenda da sessão de hoje, mas não será discutida, uma vez que aguarda ainda pareceres das comissões municipais de finanças e do urbanismo, disse à agência Lusa fonte municipal.