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Testemunha diz que verbas do Benfica não entraram em empresas de Vale e Azevedo

Lusa

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Lisboa, 16 abr (Lusa) - Uma testemunha de defesa garantiu hoje no julgamento de Vale e Azevedo que verbas do Benfica, movimentadas em conta da sociedade de advogados do antigo presidente do clube, não entraram na contabilidade da empresa.

José Luís Fernandes, revisor oficial de contas da sociedade de advogados de Vale e Azevedo na altura dos factos, disse no tribunal que soube que o então presidente do Benfica colocou uma conta bancária à disposição do Benfica - com contas penhoradas de abril a junho de 1988 - e referiu que os movimentos "nunca foram contabilizados na Vale e Azevedo & Associados".

"Era uma conta em que clientes depositavam dinheiro e passavam procuração a Vale e Azevedo para concretizar negócios, usando esse dinheiro. Era uma conta que nada influenciou o movimento normal da empresa, quer em termos de resultado quer correntes", assinalou o técnico, sublinhando que "um livro de cheques dessa conta esteve na instalações do Benfica".