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Tagus tem que tomar decisão sobre contrapartidas para retirar a Brisa da bolsa até 25 de janeiro

Lusa

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Lisboa, 04 jan (Lusa) -- A Tagus tem que decidir até 25 de janeiro se aceita pagar as contrapartidas impostas pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) para retirar a Brisa da bolsa, disse à Lusa fonte oficial do regulador do mercado.

Fonte oficial da instituição liderada por Carlos Tavares disse à Lusa que a Tagus, entidade que resulta da aliança entre o Grupo de José de Mello e o fundo britânico Arcus, pediu a prorrogação do prazo para analisar a decisão da CMVM que autoriza a saída da Brisa da bolsa, mas impõe o pagamento de contrapartidas.

O regulador do mercado dá à Tagus, acionista maioritário da Brisa, até 25 de janeiro para se pronunciar sobre o projeto de decisão, que aceita a perda de qualidade de sociedade aberta da concessionária de autoestradas desde que a Tagus assegure, pelo menos aos acionistas minoritários, "a possibilidade de saída da sociedade em termos similares aos que resultariam do acionamento de algum dos mecanismos" prévios e posteriores à perda de qualidade de sociedade aberta.