Visão

Siga-nos nas redes

Perfil

Sociedade de Medicina de Reprodução defende fim do limite aos tratamentos de fertilidade

Lusa

  • 333

Figueira da Foz, 01 out (Lusa) - A presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina de Reprodução quer acabar com a limitação aos tratamentos de fertilidade, cuja comparticipação é autorizada uma vez por ano e por casal, argumentando que não há listas de espera.

"A comparticipação do Estado está limitada a um tratamento por ano e por casal. Ora, havendo capacidade de resposta dos centros, e há, isto não faz sentido", disse à agência Lusa Teresa Almeida Santos.

De acordo com a presidente da Sociedade de Medicina de Reprodução, o Estado comparticipa, no setor público, três tratamentos na totalidade: "essa obrigação de ser um por ano só faria sentido se houvesse listas de espera, e em Lisboa há, mas no resto do país não. E as pessoas desmotivam-se porque não compreendem essa limitação de terem de esperar pelo ano civil seguinte", frisou.