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Síria: PCP acusa Governo português de alinhar em "estratégia de guerra e agressão" promovida pela NATO

Lusa

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Lisboa, 02 jun (lusa) - O PCP deplorou hoje a "inaceitável e vergonhosa" posição do governo português de "alinhamento com a estratégia de guerra, agressão e ingerência externa" da NATO, que levou a considerar "persona non grata" a embaixadora da Síria acreditada em Portugal.

"Uma postura tão mais grave quanto Portugal, como membro do Conselho de Segurança da ONU, deveria pautar a sua atuação pela busca de soluções políticas e diplomáticas para os conflitos", refere um comunicado do PCP, que aponta especiais responsabilidades ao ministro dos Negócios Estrangeiros português, Paulo Portas.

O PCP diz condenar o massacre terrorista de Al-Houla, na Síria, que vitimou mais de uma centena de civis inocentes, mas sustenta que este caso "não pode deixar de ser analisado à luz da estratégia de militarização, subversão, agressão, ingerência e guerra do autoapelidado 'grupo de amigos da Síria' integrado pelas principais potências imperialistas e ditaduras fundamentalistas do Golgo Pérsico".