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Síria: John Kerry diz que não atuar é um risco maior do que a intervenção militar

Lusa

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Paris, 07 set (Lusa) -- O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, afirmou hoje que não intervir em resposta ao ataque com armas químicas na Síria atribuído ao regime de Bashar al-Assad seria "um risco maior" do que a própria ação militar.

Kerry, que se reuniu hoje com o seu homólogo francês, Laurent Fabius, insistiu que esta crise afeta a segurança dos norte-americanos, em particular pelo risco de disseminação de armas químicas entre grupos terroristas e que o ataque que os Estados Unidos estão a planear será curto, seletivo, sem tropas no terreno, mas com "uma mensagem clara".

O chefe da diplomacia norte-americana precisou que o Presidente Barack Obama ainda não decidiu se vai esperar pela apresentação do relatório por parte dos peritos das Nações Unidas que estiveram no terreno a recolher provas do ataque com armas químicas de 21 de agosto que provocou centenas de mortos.