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Síria: Bagdade defende que intervenção militar externa seria perigosa

Lusa

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Nova Iorque, 28 set (Lusa) - O Iraque defendeu, esta quinta-feira, na Assembleia-geral das Nações Unidas que uma intervenção militar externa na Síria seria "um movimento perigoso" e que dotar de armas as partes do conflito só provocará "mais violência e perda de vidas".

Solucionar a crise na Síria "por via da violência e da força" apenas conduzirá ao "aumento do sofrimento da população civil", salientou um dos dois vice-presidentes iraquianos, o xiita Khudayr al-Khuzai, na sua intervenção.

"Acreditamos que a escalada de violência na Síria é uma fonte de sofrimento para todos nós", afirmou al-Khuzai, ao deixar claro que Bagdade está contra a entrega de armas tanto à oposição como às forças do regime do Presidente Assad.