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Sindicatos temem que 18 mil professores sejam enviados para mobilidade especial

Lusa

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Lisboa, 15 ago (Lusa) -- A Fenprof teme que mais de 18 mil professores sejam colocados em mobilidade especial, tendo em conta as medidas aplicadas este ano pelo ministério, como a redução de turmas ou o aumento de alunos por sala.

As escolas identificaram, até ao final de julho, 6915 professores sem horário atribuído, segundo dados provisórios divulgados quarta-feira pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC).

Para a Fenprof estes números não correspondem à realidade, uma vez que o MEC "omitiu os 11.412 professores de quadro de zona pedagógica que também ainda estão para colocar", contou à Lusa António Avelãs, presidente do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL).