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Sindicato acusa SECIL de querer substituir ilegalmente trabalhadores efetivos por precários

Lusa

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Lisboa, 26 out (Lusa) -- O sindicato dos trabalhadores da SECIL acusou hoje a empresa de estar a preparar um "embaratecimento" dos custos do trabalho substituindo de forma ilegal trabalhadores efetivos, que pretende dispensar através de um despedimento coletivo, por trabalhadores precários.

"O que saiu do plenário foi uma informação sobre algo que já desconfiávamos: uma pretensa redução dos trabalhadores da SECIL e na CMP -- 20 da CMP (Cimentos Maceira e Patais) e 36 na SECIL --, mas não é por extinção de postos de trabalho. O que está por trás deste despedimento é a substituição de trabalhadores com vínculo efetivo à empresa por outros com vínculo precário. Nós vamos dar combate a isto, porque do que se trata é do embaratecimento dos trabalhadores que vão ficar nos 56 lugares", disse à Lusa a coordenadora da Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro (FEVICCOM), Fátima Messias.

De acordo com a sindicalista esta informação não foi confirmada pela empresa, "como seria de esperar", mas os relatos saídos do plenário de trabalhadores da SECIL, que decorreu esta manhã, dão conta de algumas substituições já a decorrer.