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Setor das funerárias teme contração face a aumento de austeridade

Lusa

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Redação, 25 out (Lusa) -- O presidente da Associação Nacional de Empresas Lutuosas (ANEL), Carlos Almeida, disse à Lusa que o setor das agências funerárias não escapa ao impacto das medidas de austeridade devido aos menores rendimentos das famílias.

"Não foge à regra, ou seja, a precariedade com que as pessoas sobrevivem com os cortes sucessivos que são dados quer ao nível do rendimento do trabalho quer ao nível das regalias sociais que são inerentes por óbito de alguém com certeza leva a uma contração mais complicada ainda", afirmou Carlos Almeida, quando hoje se inicia, em Lisboa, o Salão Internacional do Setor Funerário e Arte Sacra, denominado por Ambifuner.

Carlos Almeida lembrou que mesmo que haja alterações na taxa de mortalidade isso não será necessariamente melhor para as empresas, uma vez que se as famílias não tiverem recursos "para fazer o pagamento do funeral tudo isto é uma bola de neve".