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Saúde/Urgências: Objetivo não é encerrar urgências, mas aumentar qualidade de acesso - Comissão

Lusa

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Porto, 18 jul (Porto) -- A comissão que reavaliou as urgências hospitalares afirmou hoje, no Porto, que a proposta de nova organização da rede foi pensada apenas numa perspetiva de melhoria do serviço e garantiu que os encerramentos sugeridos têm em conta esse critério.

"Não é preciso haver mais do que 73 pontos de urgência, porque só 0,1 por cento da população é que fica a mais de 60 minutos de um serviço de urgência. Ao centralizarmos mais e aproveitarmos a infraestrutura, vamos aumentar a qualidade do acesso", afirmou o presidente da Comissão de Reavaliação da Rede Nacional de Emergência e Urgência, José Artur Paiva.

Em declarações aos jornalistas, o também responsável pela urgência do Hospital de São João, no Porto, explicou que o relatório em questão foi produzido por um grupo de peritos, acompanhados por médicos, enfermeiros e administradores hospitalares, de forma a "garantir uma visão eclética do sistema".