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Santana Lopes diz que Santa Casa não pode substituir o Estado de forma ilimitada

Lusa

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Lisboa, 11 nov (Lusa) - O provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Pedro Santana Lopes, defende que a instituição não pode substituir o Estado de "modo ilimitado", porque os seus recursos são finitos, além de poder desvirtuar a sua missão.

Em entrevista à agência Lusa, por ocasião dos dois anos de mandato à frente da instituição, Pedro Santana Lopes adianta que a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) vai tendo capacidade para atender e dar resposta a todos os pedidos de ajuda que lhe chegam, mas lembra que essa capacidade não é ilimitada.

"A Santa Casa substitui-se ao Estado, mas não se pode substituir de um modo ilimitado, porque senão isso seria desvirtuar um pouco a missão ou atingir o trabalho da Santa Casa, porque nós não temos recursos ilimitados", defende o provedor.