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Saída de Mário Santos deixa desporto e canoagem "mais pobres" - Emídio Guerreiro

Lusa

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Lisboa, 08 out (Lusa) -- O secretário de Estado do Desporto e Juventude, Emídio Guerreiro, sublinhou hoje que a saída de Mário Santos deixa "o movimento desportivo, em geral, e a canoagem, em particular, mais pobre", mas que entende a decisão.

Mário Santos anunciou a saída da presidência da federação de canoagem, da vice-presidência do Comité Olímpico de Portugal e da chefia de missão portuguesa ao Rio2016, por "incompatibilidade das exigências crescentes" com a sua "vida pessoal e profissional".

"Já conhecia o seu percurso enquanto dirigente máximo da canoagem, e também no COP, com os excelentes resultados conhecidos e reconheço nele um homem dirigente e frontal, defensor intransigente da sua modalidade e com uma grande capacidade e qualidade de trabalho", acrescentou o membro do Governo, em nota enviada à agência Lusa.