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"Sacrifícios têm que ter aceitação da população" - Carlos Costa

Lusa

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Lisboa, 28 jun (Lusa) - O governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, defendeu hoje que o país precisa de concretizar um processo de ajustamento orçamental, destacando que o mesmo envolve sacrifícios, que têm que ser aceites pela população.

"O país tem que fazer um processo de ajustamento. E, qualquer que ele seja, envolve sacrifícios. Os sacrifícios têm que ter uma aceitação por parte do todo nacional, que é a população. Por isso, é muito importante a coesão, o entendimento, e que se perceba para que serve [esse ajustamento]", afirmou aos jornalistas, à margem de uma conferência em Lisboa.

"O resultado em matéria de défice orçamental depende, em parte, da política orçamental seguida e, em parte, das condições externas", realçou o governador, justificando os números da execução orçamental do primeiro trimestre, hoje divulgados, com a grave crise económica que a Europa atravessa.