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Renamo diz que ataque do exército moçambicano enterrou acordo de paz de 1992

Lusa

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Maputo, 21 out (Lusa) - A Renamo, principal partido da oposição em Moçambique, denunciou hoje o acordo de paz que assinou em 1992 com o governo de Maputo, após a base do seu líder, Afonso Dhlakama ter sido atacada e tomada pelo exército.

"A atitude irresponsável do comandante em chefe das Forças Armadas pôs termo ao acordo de paz de Roma", disse hoje o porta-voz da Resistência Nacional de Moçambique (Renamo), Fernando Mazanga, referindo-se ao Presidente da República, Armando Guebuza.

Mazanga falava esta tarde em Maputo numa conferência de imprensa, na qual confirmou que o exército moçambicano "fustigou e tomou" a residência de Afonso Dhlakama, no centro do país, obrigando-o a abandonar a casa para um local não revelado, onde "está de boa saúde".