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Reabertura do processo-crime por morte na Lusíada esbarra em "muro de silêncio"

Lusa

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Famalicão, 15 mai (Lusa) -- A advogada da família do aluno da Universidade Lusíada que morreu após ser submetido a uma praxe admitiu hoje que será "muito difícil" reabrir o processo-crime relativo ao caso, face ao "muro de silêncio" criado na academia.

"Para reabrir o processo-crime, teria de haver elementos novos, provas novas, alguém que abrisse o jogo e contasse o que realmente se passou. Mas com o muro de silêncio criado na universidade à volta do caso, isso torna-se muito difícil", referiu Sónia Carneiro.

No entanto, a advogada garantiu que o caso "será reavaliado" e que a hipótese de reabertura do processo-crime "continua em aberto".