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Propostas do FMI para cortar despesa do Estado ainda são superficiais - Teodora Cardoso

Lusa

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Lisboa, 28 jan (Lusa) -- A reforma do Estado não deve estar limitada a fevereiro, quando o Governo entrega propostas para cortar 4.000 milhões de euros na despesa, considerou hoje Teodora Cardoso, adiantando que as propostas do FMI neste aspeto ainda são superficiais.

"Para este efeito não podemos estar limitados a fevereiro", afirmou a presidente do Conselho de Finanças Públicas, à margem da conferência para uma Reforma Abrangente da Organização e Gestão do Setor Público, que decorre em Lisboa.

Questionada pelos jornalistas se considerava cegos os cortes sugeridos pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) na análise feita a pedido do Governo sobre a reforma do Estado, Teodora Cardoso diz que muitas das reformas sugeridas no passado foram de facto cegas e que "algumas das medidas neste estudo tem um pouco mais de fundamento, mas ainda muito superficial".