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Projetos da Arrimo de intervenção junto de toxicodependentes podem ser suspensos

Lusa

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Porto, 27 nov (Lusa) -- O presidente da cooperativa de solidariedade social Arrimo, com sede no Porto, que atua na área das dependências e da exclusão social, disse hoje que os projetos da instituição correm risco de continuidade, por falta de financiamento.

Em declarações à Lusa, a propósito de uma ação de rastreio da tuberculose no Bairro social do Cerco, realizada no âmbito do projeto "Elos", António Caspurro explicou que este projeto é financiado em 80 % pelo ministério da Saúde e, estando previsto o seu término para dezembro, ainda não foi determinada a sua prorrogação e continuidade, até ao momento.

"Dada a proximidade da data limite para o fim do projeto e na ausência de uma decisão de renovação até ao momento, tememos que o projeto seja obrigado a parar, uma vez que a Arrimo muito dificilmente terá os recursos mínimos necessários para garantir a sua total sustentabilidade".