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Primeiro-ministro diz não aceitar corte de 26% nas verbas europeias para o desenvolvimento rural

Lusa

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Lisboa, 18 jan (Lusa)- O primeiro-ministro vincou hoje que Portugal não aceitará um corte de 26% nas verbas da Política Agrícola Comum (PAC) para o desenvolvimento rural e disse que o Governo se tem batido "incansavelmente" por melhores condições.

Durante o debate quinzenal, na Assembleia da República, Pedro Passos Coelho realçou, em resposta à bancada do CDS-PP, que foram conseguidas mudanças nas verbas do Fundo de Coesão, em parte por "uma aliança muito alargada dentro dos 15 países dos Amigos da Coesão", mas disse que ao nível da PAC ainda é preciso discutir com os parceiros europeus.

Passos assinalou que Portugal tem 50% dos fundos agrícolas aplicados na área de desenvolvimento rural, "que é um multiplicador muito importante", e que não aceita uma redução de 26%, adiantando que abordou mesmo esse assunto com o presidente francês, François Hollande, na visita que fez a Paris na quinta-feira.