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Presidente do Totta defende extensão a outros setores do imposto extraordinário à banca

Lusa

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Lisboa, 07 fev (Lusa) - O presidente do Santander Totta, Vieira Monteiro, defendeu hoje que o imposto extraordinário cobrado à banca deveria ser estendido a outros setores e que deveria ser abolido se entrar em vigor a taxa sobre as transações financeiras.

"Não percebemos porque é que o setor bancário é tão penalizado, porque não estendem esta série de taxas por outras instituições que existem no país", disse hoje o presidente do Totta, na conferência de imprensa de apresentação dos resultados de 2012 do banco que dirige, em que lucrou 250 milhões de euros.

O tema da contribuição extraordinária cobrada ao setor bancário tem merecido a atenção dos banqueiros, que consideram que não faz sentido o Estado cobrar um imposto, independentemente dos lucros ou prejuízos que os bancos tenham. Em 2012, o Santander Totta pagou 12 milhões de euros de contribuição extraordinária.