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Presidente do CJ da FPF defende que processo contra Boavista prescreveu "há muito"

Lusa

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Lisboa, 21 fev (Lusa) -- O presidente do Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) explicou hoje que, quando o processo que ditou a descida de divisão do Boavista terminou, "há muito" que o prazo de prescrição se tinha esgotado.

"Como os factos ocorreram em 2003 e 2004, quando foi instaurado o processo, em 2006, praticamente estava esgotado o prazo. Faltavam, num caso, três dias e no outro caso 23 dias para se completar a prescrição", esclareceu Manuel Santos Serra, indicando que, quando na fase de inquérito o processo esteve parado "por mais de dois meses", o prazo foi ultrapassado.

De acordo com dirigente, o CJ considera que, "quando as infrações não integram um ilícito penal", o prazo de prescrição são três anos.