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Presidente do BCE rejeita que participação no "Grupo dos 30" seja conflito de interesses

Lusa

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Frankfurt, 06 dez (Lusa) -- O presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, negou hoje que a sua participação no "Grupo dos 30", uma organização que reúne banqueiros centrais e outras figuras da alta finança, constitua um conflito de interesses.

O "Grupo dos 30", criado em 1978, é uma entidade privada de reflexão sobre temas económicos. Os "30" incluem banqueiros centrais como Draghi e Mark Carney (futuro governador do Banco de Inglaterra), antigos banqueiros centrais (como o atual presidente do grupo, Paul Volcker, que presidiu à Reserva Federal dos EUA), líderes de bancos privados como o Chase ou o Goldman Sachs e economistas como Paul Krugman ou Kenneth Roggoff.

Durante uma conferência de imprensa em Frankfurt, Draghi foi questionado por um jornalista sobre se há incompatibilidades entre as suas funções e o "Grupo dos 30", particularmente tendo em conta as ligações do grupo ao influente banco de investimentos dos EUA Goldman Sachs, onde Draghi já trabalhou.