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Presidente da CGD defende flexibilização dos fundos estruturais para recapitalizar empresas

Lusa

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Lisboa, 19 nov (Lusa) -- O presidente não executivo da CGD defendeu hoje que a União Europeia (UE) devia flexibilizar os fundos estruturais de modo a apoiar o investimento e a recapitalização das empresas dos países em maiores dificuldades.

De acordo com Faria de Oliveira, hoje ouvido no Parlamento, a CGD tem hoje liquidez e solvência para poder apoiar as empresas, mas um dos maiores problemas é que estas estão mal capitalizadas, o que agrava o risco para a banca de lhes emprestar dinheiro.

"Sabendo-se que a austeridade é inimiga do crescimento, devia haver da parte da União Europeia uma disponibilidade para apoiar uma linha favorável ao investimento e à recapitalização das empresas, através da flexibilização dos fundos estruturais", defendeu Faria de Oliveira, considerando que sem programas extraordinários deste tipo os três pilares do projeto europeu estão em causa: coesão, convergência e solidariedade.