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Presidente da Andaluzia demite-se mas recusa culpas em caso de corrupção

Lusa

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Sevilha, 24 jul (Lusa) -- O presidente da Junta da Andaluzia, o socialista José Antonio Griñán, demitiu-se hoje do cargo, 24 horas antes do depoimento em tribunal do ex-diretor do organismo no âmbito do "Caso ERE", sobre alegada gestão fraudulenta e corrupção.

Numa conferência de imprensa em Sevilha, o presidente da Junta da Andaluzia, membro do PSOE, disse que se encontra a viver um momento "histórico muito grave" para justificar a decisão que sublinhou ser pessoal e que não está relacionada com o processo sobre gestão fraudulenta e corrupção através de fundos dos sindicatos.

A comunicação de José Antonio Griñan foi recebida com surpresa pelo Partido Popular (PP) da Andaluzia que já recordou que a renúncia do presidente da Junta acontece um dia antes da declaração em tribunal de Manuel Gómez, ex-director-geral do organismo e que é considerado um depoimento decisivo sobre o caso.